sexta-feira, 27 de março de 2026
Semana da Leitura
sexta-feira, 2 de maio de 2025
Dia da Mãe na Biblioteca Escolar
Os principais objetivos subjacentes à atividade visaram o
estímulo do pensamento criativo, a sensibilização e a criação de hábitos de
leitura e de escrita, bem como a apropriação de uma boa capacidade leitora e de
escrita profícua.
A BE, em articulação com Oferta Complementar e Português
proporcionaram o envolvimento ativo dos alunos de todas as turmas do 2º ciclo e
respetivos docentes, nesta atividade, durante os dias que antecederam o dia
comemorativo.
A mãe
é uma árvore
e eu sou uma flor.
A mãe
tem olhos altos como estrelas.
Os seus cabelos brilham como o sol.
A mãe
faz coisas mágicas:
transforma farinha e ovos
em bolos,
linhas em camisolas,
trabalho em dinheiro.
A mãe
tem mais força do que o vento:
carrega sacos e sacos
do supermercado
e ainda me carrega a mim.
A mãe
quando canta
tem um pássaro na garganta.
A mãe
conhece o bem e o mal.
Diz que é bem partir pinhões
e partir copos é mal.
Eu acho tudo igual.
A mãe
sabe para onde vão
todos os autocarros,
descobre as histórias que contam
as letras dos livros.
A mãe
tem na barriga um ninho.
É lá que guarda
o meu irmãozinho.
A mãe
podia ser só minha.
Mas tenho de a emprestar
a tanta gente…
A mãe
à noite descasca batatas.
Eu desenho caras nelas
e a cara mais linda
é da minha mãe.
Texto poético de Luísa Ducla Soares, Poemas da mentira e da verdade, Livros Horizonte, 1999
segunda-feira, 17 de março de 2025
Festa da Primavera na EB2,3 de Mundão- De 17 a 21 de março
quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
quinta-feira, 1 de junho de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
POESIA É...
sexta-feira, 31 de março de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
quinta-feira, 16 de março de 2017
quarta-feira, 15 de março de 2017
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Poema "Mãezinha" de António Gedeão
"Rimas Salgadas" de Miguel Horta
Sobre o livro o seu autor refere "Não se sabe muito bem onde começa um livro…o mais certo é começar com um pequeno poema que vai flutuando na cabeça enquanto decorrem os dias. Depois, há um momento habitualmente despoletado por uma criança, a vontade muito grande de comunicar com essa pequena pessoa. Bom, talvez tudo isto tenha começado na minha infância, na praia do Vau (Portimão) numa daquelas madrugadas que antecedem um memorável dia de pesca a bordo do Sabiá (o barco do meu Tio). Ou ainda, mais pequenino, revirando as pedras na maré vazia à procura de animais escondidos nas poças de água, sendo surpreendido por um polvo bebé muito zangado que logo tingiu tudo de preto com o seu ferrado. O certo é que todo aquele azul que despenhava em ondas sobre os meus pés continha algo de intrinsecamente concordante com os meus olhos e com a minha existência, ao ponto de passar intensamente para a minha pintura. Agora está aí o livro e responde a algumas preocupações que me veem assaltando. As crianças sabem pouco sobre o oceano; não há tempo para o mar no meio de tanta meta curricular, sendo certo que só conseguimos defender aquilo que conhecemos bem."
Para saber mais sobre a obra
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
"12 h - Vamos Ler"
A abertura da atividade esteve a cargo do professor bibliotecário que salientou a importância das bibliotecas escolares na aprendizagem e na promoção da leitura.
Este poema pode ser visto aqui.



